sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O MAL, O BEM E ALÉM


EGOÍSTAS E BONZINHOS ???

Uma trama diabólica. É assim que Flávio Gikovate, 63 anos, define a divisão do Mundo entre egoístas e generosos no livro O mal, o bem e mais além Sua experiência em consultório o fez perceber que quase todos os casais – e também as relações sociais e entre amigos – fundamentam sua relação nas trocas estabelecidas entre uma personalidade mais exigente, barulhenta e emocionalmente sensível e outra mais madura, compreensiva ao extremo. Divisão um tanto maniqueísta?

Gikovate diz que não. “A culpa não é minha se existem apenas dois tipos de pessoas”, afirma. A novidade presente no livro é que, segundo ele, os generosos não formam o time do bem, como julga o senso comum, nem os egoístas são os vilões.

Sua hipótese é de que as diferentes reações a sentimentos humanos, como vaidade, inveja, culpa e humilhação, acabam por determinar o perfil de cada indivíduo.

A miséria dos egoístas está no fato de que eles dependem dos generosos, assim como os generosos precisam dos egoístas. ISTOÉ – O que o levou a escrever sobre a velha dicotomia entre o bem e o mal? Flávio Gikovate – O tema da moral está presente há algum tempo em meu trabalho, mas antes tratava o egoísmo como algo pior do que a generosidade. Em 1976, escrevi que havia dois tipos de amor, por diferença e por semelhança.

A grande maioria dos casais se estabelecem entre pessoas antagônicas. Hoje, a moda é falar em alma gêmea, mas, na prática, as pessoas continuam se encantando por oposição e dizendo que os opostos se atraem. A atração por opostos tem muitas causas, desde a dificuldade de auto-estima (não gostar do seu jeito de ser e se encantar com o outro) até o medo da paixão, muito intensa, estabelecida entre semelhantes.

A paixão, diferentemente da maioria das relações, se dá entre pessoas parecidas. ISTOÉ – Por quê?Gikovate – Paixão é amor em grande intensidade mais medo em grande intensidade. O coração não bate por amor, mas por medo. E muita gente acha que, quando a paixão vai passando, é como se o amor diminuísse também. Apenas o medo diminui. Mas muitas paixões terminam quando os amantes não suportam o que chamo de medo da felicidade. Ele está na raiz do pensamento supersticioso. O olho gordo tem cinco mil anos. O medo da felicidade surge quando estamos no meio de muita coisa boa e temos a impressão de que um raio vai cair na nossa cabeça. Muitos preferem se unir a uma pessoa diferente de si para garantir um pouco de irritação. Ligar-se a uma pessoa antagônica encanta e irrita ao mesmo tempo.

Na paixão, as afinidades são enormes, os dois se encaixam maravilhosamente bem e o pânico se instala. As separações ocorrem por isso, e não por causa dos obstáculos.

ISTOÉ – Por isso a maioria dos casais é formada por um egoísta e um generoso?Gikovate – Entre dois egoístas, a relação é impossível. Acontecem muitas brigas. Não dá problema psiquiátrico, mas ortopédico (risos). Quando o egoísta é casado com um generoso, pelo menos este coloca panos quentes. Quase sempre, a paixão ocorre entre dois generosos que acabam deixando de ser generosos. Seriam casais perfeitos se o generoso, tão atrapalhado psicologicamente quanto o egoísta, aprendesse a receber.

ISTOÉ – Como são, afinal, os generosos e os egoístas? Gikovate – O egoísta é estourado, ciumento, gosta de fazer autopromoção, é extrovertido porque não consegue ficar sozinho e intolerante à frustração. Faz o diabo para não se frustrar, inclusive passar por cima dos direitos dos outros. A partir dos seis anos, a criança é capaz de abstrair e se colocar no lugar do outro. Se uma criança vê um menino em uma cadeira de rodas e se imagina em seu lugar, sofrerá com isso. E uma criança que não suporta essa dor interromperá esse processo. Fica com uma visão unilateral do mundo e perpetua um padrão egocêntrico. São pessoas invejosas, embora se mostrem sempre muito bem. Isso confunde até hoje os psicanalistas, que fundaram o conceito de narcisismo. ISTOÉ – O narcisismo não existe?

Gikovate – É um conceito usado para descrever pessoas que têm a postura do “eu sou bacana”, como se elas tivessem realmente esse juízo de si, o que não é verdade. Elas sabem que são um blefe. Fingem superioridade por se saberem invejosas e ciumentas. Elas precisam receber mais do que recebem. Matematicamente, são pessoas falidas. Podem botar a banca que for, mas são fracas.

ISTOÉ – E quem são os generosos e por que não devem ser encarados como representantes do bem?

Gikovate – O generoso é o inverso do egoísta. Não reage nem quando deveria, não suporta provocar dor na outra pessoa, aceita dócil um monte de contrariedade. Fala um monte de sim quando deveria falar não. Quando você tem oito anos e é um menino bonzinho e seu irmão começa a chorar porque quer uma bola que é sua, você não agüenta o remorso que imagina que vai sentir e dá a bola para ele. Mas não era isso que você queria fazer. Aí a mãe vem e diz que você é legal. O elogio estimula a vaidade, que se acopla à generosidade. É mais uma vez um truque para se sentir superior à custa de uma fraqueza. O generoso também inveja o egoísta, que é capaz de dizer não e goza os prazeres da vida, enquanto o generoso é todo cheio de pudores e constrangimentos. Acabam ficando duas porcarias.

ISTOÉ – A culpa é da sociedade que valoriza a concessão como virtude?

Gikovate – Para ter um filho bonzinho, tem que ter um filho pestinha. A mãe poderia chegar para o filho que quer a bola e dizer “não enche o saco, a bola é do seu irmão”. Mas ao reforçar a generosidade de um dos filhos, ela reforça também o egoísmo do outro. Não existe generosidade sem egoísmo. De vez em quando eu assisto a esses programas evangélicos na televisão e penso no que seria deles sem o Satanás. Não haveria programa. Essa dualidade é patética, ridícula. Para poder ser o bonzinho, o bacana, ir para o céu e ser uma teta na qual todos mamam, precisa haver os parasitas que vão lá mamar. Há uma aliança no domínio das elites entre o generoso e o egoísta. Comparo com o sacerdote e o guerreiro. O sacerdote seria o bonzinho e o guerreiro, o mau. Os dois sempre se freqüentaram e compartilharam poder.

ISTOÉ – Lula é mais parecido com o guerreiro ou com o sacerdote?

Gikovate – Por seu gênio e temperamento, Lula seria generoso. Mas uma vez no poder... Uma vez li uma entrevista de um filósofo francês que dizia que não existe esquerda no poder. Esquerda, por definição, é uma coisa que está fora do poder, gerando idéias. O poder não é lugar para idéias, mas um local de ação, onde as idéias geradas do lado de fora podem ser aproveitadas. A generosidade é praticamente impossível no poder. Lula é um governante que, como todos, precisa fazer alianças. E nem todos os amigos são generosos. As pessoas mudam de caráter com o passar dos anos e pioram.

ISTOÉ – O sr. ainda se refere ao Lula?

Gikovate – Não. Estou falando de maneira geral. Você já ouviu alguém dizer que quem não foi socialista na mocidade e virou um indivíduo pragmático aos 45 anos é um idiota. Como se o idealismo fosse um defeito juvenil que deve ser curado com o tempo até se transformar em egoísmo. Acredito que existe uma terceira instituição para além dessa dualidade. É um indivíduo moralmente sofisticado, nem egoísta nem generoso, que tolera bem a frustração e não sente culpas indevidas, que eu chamo de justo. ISTOÉ – Será o auge do individualismo?Gikovate – No bom sentido da palavra. Individualismo significa auto-suficiência. Egoísta e generoso não são auto-suficientes. O justo sim. Vai estabelecer relacionamentos nos quais não haverá necessidade de jogos de poder. Ele não dá mais do que recebe nem recebe mais do que dá. O interessante é que a sociedade moderna tende na direção do indivíduo justo. ISTOÉ – Não caminha para um mundo mais egoísta?Gikovate – Parece que sim, por causa do elogio a essa cultura superficial, ligada à vaidade e à aparência. Mas o fato é que não cabe todo mundo nesse sistema. Não há nem emprego para todos nem tetas suficientes. Quando penso em individualismo, comparo com o iPod. Você coloca centenas de músicas ali dentro e vai para o metrô, onde balança a um som que só você ouve. Dos dez milhões de habitantes de Nova York, três milhões moram sozinhas. São Paulo também é assim. Está se tornando o país dos cachorros. Se os generosos começarem a trocar seus pares egoístas por cachorros, será outro mundo. Até porque os cachorros retribuem. Ao vender iPods, os amantes da sociedade de consumo estão fabricando o germe da destruição do próprio capitalismo. O indivíduo que está mais auto-suficiente sozinho vai consumir menos, porque sua vaidade precisa menos de instrumentos externos. Estará mais perto da felicidade democrática e distante da felicidade aristocrática.

ISTOÉ – Qual a diferença?

Gikovate – Não dá para privilegiar coisas que não dão para todo mundo. Até os intelectuais cometem esse erro. Elementos de felicidade aristocrática, como a beleza, a riqueza e a inteligência, condenam à infelicidade o feio, o pobre, o que não teve acesso à educação. Sou favorável às felicidades democráticas, aquelas que dão para todo mundo, como o amor, por exemplo. O justo se satisfaz com isso. Ele não condena ninguém à infelicidade.

ISTOÉ – Como alcançar o mundo dos justos?

Gikovate – Todos têm que evoluir. As relações de qualidade serão as únicas estáveis, tanto as de amizade quanto as conjugais. E, quando a educação não parte de dois modelos concorrentes, os filhos saem todos legais. Além disso, é uma estupidez achar que casamentos sem brigas são tediosos. Só é chata a vida entre duas pessoas se elas forem chatas. O tédio deriva da falta de reciclagem por parte dos cônjuges. Mas não quer dizer que as disputas favoreçam a relação. ISTOÉ – Isso talvez derive da crença de que as disputas funcionam como estímulos sexuais para a maioria das pessoas.

Gikovate – Isso não é uma crença. O sexo está acoplado à agressividade em nossa cultura – ele faz parte do domínio do demônio – e se complica um pouco nas relações de boa qualidade. Na nossa cultura, há inveja sempre que existe diferença. Freud falou na inveja do pênis pelas meninas. Na adolescência, os meninos passam a invejar o poder atraente das garotas. Aí, as meninas se tornam objetos de desejo e os homens ficam babando. É a origem do machismo e das piadas em relação às mulheres. O machão tem raiva e desejo pela mulher. Isso não significa que não pode haver sexo sem ódio.

ISTOÉ – Caminhamos para isso?

Gikovate – Sim. O mundo moderno desvincula sexo de agressividade, apesar do sistema capitalista, que sonha com a infelicidade humana. A infelicidade dá dinheiro não só para os meus colegas (psicoterapeutas), mas também para a indústria. O ficar altera completamente essa relação de ódio e inveja. Na idade em que os meninos babavam pelas meninas, eles já as beijam. Pela primeira vez, um menino de 14 anos exerce sua sexualidade com alguém da mesma idade e da mesma classe social. Sem pagar. Os meninos não correm tão vorazes atrás das mulheres. Alguns pais às vezes trazem seus filhos para meu consultório com medo de que eles sejam homossexuais. “Não esquenta a cabeça, tio. Vai pintar”, dizem. Hoje, eles se dão ao direito de esperar que as meninas se aproximem. ISTOÉ – O generoso no ambiente conjugal pode ser egoísta nos negócios?Gikovate – Isso é raro. Mas o generoso é esperto. Ele faz alianças de alta conveniência. Associa-se aos egoístas, que fazem as maracutaias, e ele se beneficia. O sócio é um safado que faz negócios ilícitos, mas ele aproveita o dinheiro, sendo sempre o bonzinho. O generoso é um oportunista disfarçado. Dá uma casa bonita para a família mas mora nela. Diz que não se incomoda em morar em um “moquifo”, mas tem dificuldade de se separar e abrir mão da casa. É tudo espetáculo.

ISTOÉ – Por falar em espetáculo, Ronaldo e Cicarelli se encaixam no modelo? Gikovate – Olhando de fora, parecem dois egoístas que não agüentam ficar juntos mais do que serve aos interesses recíprocos. Talvez Ronaldo coloque mais seus interesses acima de tudo. Tenho a impressão de que a Milene (sua primeira mulher) era mais tolerante. Mesmo assim, ela não o agüentou. Daí ele arrumou uma que é da mesma categoria que ele. Três meses foi até muito. Não deu nem tempo de terem problemas ortopédicos (risos).


Flávio Gikovate é médico psiquiatra formado pela USP, autor de mais de 23 livros sobre conflitos psicológicos relacionados à vida cotidiana, tendo vendido mais de 600 mil exemplares. Foi colaborador da revista Claudia e da Folha de S. Paulo, e escreve para a revista Marie Claire. Ministra palestras pelo Brasil todo e continua em intensa atividade como psicoterapeuta.

ESTILOS PARENTAIS

ESTILO PARENTAL
É o conjunto de atitudes dos pais que cria um clima psicológico-emocional em que se expressam os comportamentos dos pais; mães e pais podem se comportar de maneira diferente; os estilos parentais incluem as práticas parentais (elogios, gritos, punições etc.) e outros aspectos da interação pais-filhos, tais como: tom de voz, linguagem corporal, descuido, atenção, mudanças de humor etc. Atualmente os estudos psicológicos mostram que família é essencial na vida de todos, mas ela pode determinar aspectos de PROTEÇÃO envolvimento, afeto, regras claras, responsividade etc.) quanto de RISCO (punição física, negligência, regras inconsistentes ou ausência de regras etc). Cada estilo de pai/mãe contribui para determinar o desenvolvimento e socialização de crianças e adolescentes que formarão um repertório comportamental que levam para o resto da vida. O estudo dos estilos parentais divide as relações entre pais e filhos (de qualquer idade) em 4 tipos básicos: participativo (centrado na relação e socialização do filho); negligente (pais ausentes); autoritário (centrado nos pais); permissivo (centrado no filho). As pesquisas internacionais e longitudinais revelam que as influências começam muito cedo e continuam na adolescência e que o estilo parental não muda no decorrer dos anos. Para medir os estilos parentais foram utilizadas as Escalas de Exigência e Responsividade (Lamborn e cols) e para medir práticas educativas foram utilizadas as Escalas de Qualidade na Interação Familiar (Weber e cols). Descrição de estilos parentais:


PAIS PREPARADORES EMOCIONAIS – também chamados de participativo-democráticos (tanto exigentes quanto responsivos. São pais centrados tanto na relação quanto na socialização e desenvolvimento do filho. Apresentam muitas regras e limites e também muito afeto e envolvimento, “dão bastante, mas também pedem muito”: são aqueles que educam dando muito apoio, atenção emocional, estrutura positiva e direção para os filhos. Conseqüências para os filhos: estas crianças definem-se e são classificadas como mais competentes em todos os níveis, ou seja, boa auto-estima, habilidades sociais, estilo de atribuição otimista, bom desempenho acadêmico e desenvolvimento de resiliência.


PAIS NEGLIGENTES (pouco responsivos e pouco exigente; apresentam pouco afeto e envolvimento e poucas regras e limites). São considerados pais ausentes. Ainda, esperam, às vezes, que o filho responda a suas necessidades e formam famílias instáveis (separações e conciliações freqüentes); são pais pouco presentes na vida dos filhos, sem tolerâncias e aborrecem-se facilmente, seja com o choro natural de um bebê, seja com os pedidos de uma crianças ou adolescentes, então deixam a criança fazer o que bem quiser; quando os filhos chegam ao limite ou quando sentem culpa de sua ausência podem controlar exageradamente ou punir. Conseqüências para os filhos: são as que apresentam pior performance em todos as áreas; podem ter um desenvolvimento atrasado, problemas afetivos e comportamentais; este estilo parental correlaciona-se com uso de drogas e álcool, com doenças sexualmente transmissíveis, com início precoce da vida sexual, baixa auto-estima e auto-eficácia, com probabilidade maior de depressão, estresse, estilo explicativo pessimista, baixo desempenho acadêmico e baixas habilidades sociais e futuro comportamento anti-sociais (mentir, roubar, agredir, machucar, xingar...).


PAIS AUTORITÁRIOS (muito mais exigentes do que responsivos; apresentam muitas regras e limites, mas são pouco afetivos e envolvem-se pouco). São pais centrados em si próprios, portanto desejam somente a obediência dos filhos. Caracterizam-se por nível baixo de apoio e atenção emocional, mas alto de estrutura positiva e direção; são demasiadamente exigentes, tendo como resposta comum “Porque eu disse assim”, querem que o filho faça o que eles desejam, comandam a vida dos filhos e não deixam que ele próprio se expresse. Conseqüências para os filhos: tendem a apresentar performance moderada na escola, mas se a coerção for muito forte podem ter ansiedade e, com isso, abaixar o desempenho escolar; não apresentam problemas de comportamento, geralmente são crianças e adolescentes quietos e passivos, mas se a coerção dos pais for muito forte, podem mostrar hostilidade e agressividade contra figuras de autoridade (professores, por exemplo); apresentam piores desempenhos em habilidades sociais, humor instável, pouco amigáveis, baixa auto-estima e altos níveis de depressão, situações que podem levar para a vida futura.


PAIS PERMISSIVOS – também chamados de indulgentes (muito mais responsivos do que exigentes; apresentam muito afeto e envolvimento e poucas regras e limite. São pais centrados no filho. Dão muito apoio e atenção emocional, mas pouca estrutura positiva e direção aos filhos; às vezes são pais que tem receio de serem rejeitados e não serem amados pelos filhos, então permitem em demasia, ou sentem culpa pela ausência no trabalho e permitem tudo ou são inconsistentes; a pouca resistência acaba levando a crianças mimadas e falta de resistência à frustração. Conseqüências para os filhos: estão mais propensas a envolver-se em problemas de comportamento e têm pior desempenho na escola, mas podem ter boa auto-estima e boas habilidades sociais e baixos níveis de depressão, mas há um alto risco de envolvimento com drogas no futuro, pois não aprenderam que existem regras e limites no mundo, acham que podem e devem experimentar tudo e testar todos; geralmente são crianças (e até adultos) mimados, sem limites, que depois de um tempo de convivência torna-se chato, pois pensa somente em si próprio e não aprendeu como o mundo funciona nem as suas regras de convivência.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

FASES DA SEXUALIDADE




Freud descobriu três fases da sexualidade humana que se diferenciam pelos órgãos que sentira prazer e pelos objetos ou seres que dão prazer. Essas fases se desenvolvera entre os primeiros meses de vida e os 5 ou 6 anos, ligadas ao desenvolvimento do Id:
Fase Oral, ou fase da libido oral, ou hedonismo bucal, quando o desejo e o prazer localizam-se primordialmente na boca e na ingestão de alimentos e o seio materno, a mamadeira, a chupeta, os dedos são objetos do prazer;
Fase Anal, ou fase da libido ou hedonismo anal, quando o desejo e o prazer localizara-se primordialmente nas exercesse e as fezes, brincar com massas e com tintas, amassar barro ou argila, comer coisas cremosas, sujar-se são os objetos do prazer;
Fase Genital ou fase fálica, ou fase da libido ou hedonismo genital: quando o desejo e o prazer localizara-se primordialmente nos órgãos genitais e nas partes do corpo que excitam tais órgãos. Nessa fase, para os meninos, a mae é o objeto do desejo e do prazer; para as meninas, o pai.
A tipicaçâo sexual
De acordo com Maria Aparecida Cória um outro aspecto desenvolvido nesta etapa é a tipicação sexual.A tipicação sexual é o estabelecimento dos papéis sociais ligados ao sexo,ou seja,aperender a se comportar como homem ou mulher.
A partir dos três anos de idade criança começa a demonstrar um grande interesse por questões sexuais.Ela quer entender as diferenças existentes na anotomia do homem e da mulher e isso a leva a querer observar os adultos, especialmente os elementos do sexo oposto.Ela também demostra uma curiosidade a respeito da origem dos bebês e das demais manifestações dos sexo.Esse grau de interesse levou os teóricos da sexualidade infantil a dominarem essa fase de fase fálica..
A curiosidade sobre o sexo manifesta-se ainda na exploração do próprio corpo.A criança descobre que a estimulação dos órgãos sexuais produz sensações de prazer.Por isso é comun ela se envolver com atividades e brincadeiras sexuais que envolve masturbação e observação do corpo de adultos.

LEIS HERMÉTICAS




Lei do Mentalismo
"O Todo é Mente; o Universo é mental."
O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que 'pensa' e assim é tudo que existe. É o todo. Toda a criação principiou como uma ideia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência.
A matéria são como os neurônios de uma grande mente, um universo consciente e que 'pensa'. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento.
Lei da Correspondência
"O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima"
A perspectiva muda de acordo com o referencial. A perspectiva da
Terra normalmente nos impede de enxergar outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta.
O principio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no
microcosmo e vice-versa. Portanto podemos aprender as grandes verdades do cosmo observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas.
Lei da Vibração
"Nada está parado, tudo se move, tudo vibra"
No universo todo movimento é vibratório. O todo se manifesta por esse princípio. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo é movimento.
Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia. A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento. Lei da Polaridade
"Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados "
A polaridade revela a dualidade, os opostos representando a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza. O pólo positivo + e o negativo - da corrente elétrica são uma mera convenção.
O claro e o escuro também são manifestações da luz. A escala musical do som, o duro versus o flexível, o doce versus o salgado. Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento.
Lei do Ritmo
"Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação"
Pode se dizer que o princípio é manifestado pela criação e pela destruição. É o ritmo da ascensão e da queda, da conversão energia cinética para potencial e da potencial para cinética. Os opostos se movem em círculos.
É a expansão até chegar o ponto máximo, e depois que atingir sua maior força, se torna massa inerte, recomeçando novamente um novo ciclo, dessa vez no sentido inverso. A lei do ritmo assegura que cada ciclo busque sua complementação.
Lei do Gênero
"O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos da criação"
Os princípios de atração e repulsão não existem por si só, mas somente um dependendo do outro. Tudo tem um componente masculino e um feminino independente do gênero físico. Nada é 100% masculino ou feminino, mas sim um balanceamento desses gêneros.
Existe uma energia receptiva feminina e uma energia projetiva masculina, a que os chineses chamavam de
yin yang. Nenhum dos dois pólos é capaz de criar sem o outro. É a manifestação do desejo materno com o desejo paterno.
Lei de Causa e Efeito
"Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei"
Nada acontece por acaso, pois não existe o acaso, já que acaso é simplesmente um termo dado a um fenômeno existente e do qual não conhecemos e a origem, ou seja, não reconhecemos nele a Lei à qual se aplica.
Esse princípio é um dos mais polêmicos, pois também implica no fato de sermos responsáveis por todos os nossos atos. No entanto, esse princípio é aceito por todas as filosofias de pensamento, desde a antiguidade. Também é conhecido como
karma.

Energia Latente no Ser Humano
Ser Humano (Ser) é Energia. Essa Energia é força de maior intensidade, de menor intensidade e de zero intensidade. O Ser ativo, participativo, solidário, ético, optativo e decisivo é um Ser de Energia de intensidade alta, grande, maior. Um Ser inativo, egoísta, passivo, corruptor, inoptativo e indeciso é um Ser de Energia de intensidade baixa, rasa, sofrível. Um Ser doente, em fase terminal, é um Ser de intensidade de Energia igual a zero. Um Ser que faz o mal, vive para o mal, pratica o mal, venera o mal, participa para o mal, tem o pensamento voltado para o mal, ludibria a vontade alheia em proveito próprio, tem uma Energia de intensidade sofrível. Um Ser que é benevolente, que pratica boas ações, que venera o bem, faz o bem sem olhar a quem, ajuda ao próximo, tem o pensamento voltado para a prática do bem, é altruísta, provoca a paz entre os homens, tem uma Energia de intensidade maior.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Feminino







O SAGRADO FEMININO




No momento as estatísticas revelam que a participação das mulheres no campo empresarial aumenta consideravelmente em diversos países do mundo, inclusive no Brasil. Ao mesmo tempo constata-se também uma busca maior pela espiritualidade e pelas tradições ancestrais. Parece que a psicologia não está oferecendo respostas às mudanças na vida das mulheres. É verdade que, na luta pela emancipação, um grande número de mulheres foi seduzida pelo brilho enganador das conquistas materiais que a igualdade lhes proporcionou. Mas, também é verdade que uma vez conquistada a liberdade, o estudo e o direito ao trabalho, começou também um processo de evolução que não pára de crescer e se expandir. Hoje se pode afirmar que não é mais a igualdade, mas a diferença, que mobiliza os anseios de uma mulher. Este é um momento em que ela se volta para aquilo que lhe é intrínseco, para sua essência feminina, para seus valores fundamentais. É nesse momento também que vem a grande frustração. Porque não é na moda nem na mídia que ela encontra as respostas sobre si mesma. Também não é nos livros de psicologia ou psicanálise que encontra o que procura. Neles encontra, sim, muitas patologias que lhe são atribuídas: histeria, mulher fálica, com inveja do pênis, não-castrada, sem Lei, narcísica, mascarada, e muitas outras doenças mais. Em lugar algum encontra o referencial de força, de garra, da guerreira que sabe que possui em seu interior. Em nossa cultura quase não existem modelos que falam de sua sabedoria inata, ou de sua capacidade de administrar, de governar, ou ainda de sua criatividade ilimitada. Ou seja, onde se encontra o protótipo da mulher saudável, inteira e plena? Porém, nem tudo está perdido. No alvorecer das últimas décadas, algo meio mágico começou a acontecer. De algum lugar do tempo e do espaço as deusas ancestrais ouviram os lamentos das mulheres e resolveram intervir. Como? Da forma mais perfeita possível. Sabemos que somos todos guiados por orientadores espirituais, que nos falam através dos sonhos, da intuição, dos presságios... As deusas são seres mitológicos de outras eras. Elas habitavam o mundo quando a vida era sagrada. Naqueles tempos, os vales, as fontes e os bosques viviam repletos de fadas e gnomos, pequenos elfos e múltiplos espíritos da natureza. As deusas representavam aspectos diferenciados da Grande Mãe, o ser mitológico essencial que se encontra no topo das eras. Historiadores e antropólogos encontraram seus sinais dentro de cavernas, em pinturas misteriosas que pareciam reproduzir rituais de dança e êxtase. Milhares de objetos de barro que foram encontrados, representando deusas grávidas, pareciam evocar o profundo respeito de nossos antepassados ao ato da procriação e da vida. Tudo isso remonta a milhares de anos. Muito tempo antes de existir a escrita. No início, era a Deusa, parece dizer o evangelho da Terra.Estudiosos revelam que muito antes de ser instituída a religião patriarcal, em todas as regiões do mundo, eram as deusas reverenciadas como divindades sagradas. No Egito, a deusa Isis presidia os cultos dos Mistérios; na Índia, a deusa Kali simbolizava a dualidade da vida e da morte; na Grécia, foi Deméter a grande protetora da fertilidade da terra e dos poderes curativos; entre os astecas, havia Coatlicue, a deusa que expressa a dor mais insuportável, que é a perda de uma filha amada; entre os celtas, Brígida, a luminosa; os hebreus cultuavam Shekinah, o princípio feminino de Deus e os chineses tinham adoração pela doce Kuan Yin, a deusa da compaixão. Tantos nomes recebeu pelo mundo afora que foi chamada de a Deusa dos mil nomes. Mas, os tempos passaram e o contato com as divindades se tornou cada vez mais difícil, o mundo se dessacralizou. Foi então que as deusas se transformaram em “arquétipos”, e passaram a habitar nosso inconsciente. Lá de dentro de todos nós elas influenciam silenciosamente nossos destinos.No mundo desencantado em que vivemos, o mito foi reduzido à mera função psicológica. Transformou-se em "arquétipo". Consequência de termos perdido a dimensão de mistério e reverência diante do universo, de não mais compreendermos a riqueza de uma mitologia viva e mística. Contudo, a Deusa não desapareceu. Ela revive no corpo de cada mulher que gera, amamenta, ama, cria, dá a luz, pois a mulher foi e sempre será a grande sacerdotisa da Deusa. Ela revive no interior de cada homem que ama a mulher fora de si, e aceita a mulher que existe dentro dele, pois a Deusa é o princípio universal feminino e como tal habita o interior de todos os seres, sejam eles homens ou mulheres. As Deusas estão voltando porque o mundo precisa mais que nunca do princípio feminino no coração das pessoas, nas relações, na ciência. Elas sempre inspiraram verdades eternas à humanidade, verdades que dizem respeito à vida, à morte e ao eterno retorno cíclico das transformações. No entanto, jamais inspiraram formalmente uma tealogia (estudo da deusa) porque a Deusa não é uma concepção abstrata acima nem fora do mundo; pelo contrário, ela é o mundo, ela é o cosmos, ela é a vida. Por isso, o encontro com ela se dá sem mediações. Nós podemos senti-la e vivenciá-la dentro e fora de nós mesmos, na natureza, nas flores, na relva tanto quanto na lua, no sol ou nas estrelas. Uma religião da Deusa não poderia jamais inspirar guerras nem ódios, pois todos são seus filhos eleitos – homens e mulheres, pobres e ricos, negros, amarelos e brancos - todos são seus sacerdotes e seu altar vivo é a natureza. O amor impera quando a dualidade e a hierarquia desaparecem. A Deusa é o retorno da antiga concepção da Unidade que o Holismo representa e a Transpessoal busca aplicar em sua metodologia. Precisamos voltar nosso olhar para o significado das Deusas, enquanto arquétipos que nos ensinam como ser mulher hoje. Ficamos, por milênios, sob o domínio de um sistema patriarcal guerreiro, dominador, agressivo, conquistador, que sufocou a delicadeza do princípio feminino e o fez se encolher assustado para os domínios do inconsciente. Criamos uma cultura extremamente yang, forte e poderosa, mas hoje tanto os homens como as mulheres começam a compreender que não se pode banir um princípio do nosso ser, porque com isso corremos o risco de destruirmos uma parte de nós mesmos. Só assim poderá haver uma integração plena entre o feminino e o masculino.




Mani Álvarez é psicanalista de orientação Transpessoal
(Por motivo de ordem técnica,utilize a opção Anônimo para Comentários e identifique-se se desejar)

Mulher Fálica






MULHER FÁLICA
"Clarice, uma publicitária de 31 anos, é uma mulher fálica que acaba de descobrir na sua terapia que tem pinto. Não real, mas comportamental. Em alguns casos ela se comporta como um homem. Entra num restaurante pisando firme, exige uma mesa para dois não fumantes, bem como pega a mão do cara respeitoso e enfiava no meio dos próprios peitos. Na sua cabeça, esse negócio de discutir relacionamento num cantinho reservado, é uma situação mais propícia para alguns gemidos (...) o que mais Clarice queria, era, na verdade, encontrar um homem com pinto maior do que o dela. Era tão difícil assim? Um homem que a fizesse sentir tão mulher que a deixasse descansar dessa sua autodefesa masculina." [Tatiane Bernardi]



O papel por muito tempo designado às fêmeas sociais, o da contenção e da passividade, as mulheres de voz e cabeças baixas, concordantes, de seios figurativos à amamentação e de ventres roliços destinados à procriação, passam a diluir-se na atualidade, com a libertação da figura feminina, sua inserção na arena do trabalho e comprovação de competência. Hoje os papéis entre masculino e feminino se fundem, ou pelo menos se misturam, e aos poucos emerge uma nova subjetivação de mulher, cujos contornos que outrora eram feitos a lápis em traços sutis, hoje aparecem pintados com a mesma intensidade com que uma agulha perfura e tatua a pele.
Refiro-me às mulheres fálicas. Essas mulheres, que assustam os homens asfixiados e confusos da pós-modernidade. Toda a mulher que nasce hoje, já nasce com uma autorização ao masculino. Já se forma em uma sociedade que lhes garante não apenas os direitos, mas os deveres. Ao voto, ao estudo, à voz-ativa, aos cargos de poder, tomada de decisões, ao volante, ao divórcio, ao espermatozóide anônimo, a discórdia, ao sexo. Paradoxalmente, não nos livramos de nossos “deveres antigos”, de sermos amáveis, simpáticas, sorridentes, bonitas, prendadas, boas parceiras e boas mães, e quase que invariavelmente, o menos fálicas possíveis.
Temos na história, algumas representações de mulheres fálicas que viraram ícones. São poucas, tão poucas que viraram ícones. Na política, na música, nos negócios, na literatura, na psicanálise, nos esportes, lá estão elas. Conheço de perto algumas. Dia desses me encontrei com uma delas, que me relatava alguns insucessos em suas aspirações amorosas, ao que eu lhe apontei que ela era tão fálica que devia assustar os homens, quem sabe se fosse um pouco menos.
Ela me rebate sem nem pensar para responder, “eles que aprendam a lidar com a minha verdade”. Decidida. “Sou mesmo tão fálica que comprei meu próprio pênis!”, ela me lança, referindo-se ao vibrador de coelhinho cor-de-rosa que trouxe de viagem. Mulheres fálicas não são passivas, são ativas. Mulheres fálicas penetram, adentram, perfuram e gozam onde bem entendem.
Mulheres fálicas são fortes, funcionais, elas buscam, catam, procuram, tem a mente voltada para o movimento, não se contentam com o lugar de trás. Ficam num impasse, porque também não querem andar na frente abrindo a trilha sozinhas, querem um homem igualmente ou mais fálico do que elas próprias, e estes também estão em falta. Quando existem são aqueles machões rusticamente trovejantes e grosseiros, que uma mulher que é fálica mesmo jamais vai se atrair, porque para elas inteligência e sensibilidade também são afrodisíacos, uma coisa não anula a outra. Complexo.
O que os homens ainda não descobriram, é que atrás de toda leoa feroz existe uma gatinha que pode ronronar, que vai defender a prole com unhas e dentes, e que vai lutar até a morte pelos próprios princípios. Ela é para fora, e portanto muito mais confiável, visível, fiel consigo mesma, fiel com sua própria verdade. Voltando a minha torrencial amiga, ela consegue transitar nesse pólo sem ferir. Fala na minha cara o que não gosta, onde foi que eu errei, e o que espera de mim. Se mostra, se lança, vive na intensidade dos sentidos, me encanta de uma forma que tenho um orgulho gaudério de tê-la como amiga. Não entendo como um homem possa temer isso, e não entendo como um homem não possa se apaixonar por isso, mas os homens são estranhos.
Talvez não apenas os homens não estejam preparados para elas. Talvez o mundo não esteja. Mas ser fálica é isso mesmo, é estar frente ao seu próprio tempo. Concluo portanto, me curvando aqui, em reverência à audácia, coragem, valor e existência de todas estas mulheres.
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Marte e Vênus













HOMENS SÃO DE MARTE, MULHERES SÃO DE VÊNUS



"Homens e mulheres diferem em todas as áreas de suas vidas. Não somente se comunicam diferentemente, mas pensam, sentem, percebem, reagem, respondem, amam, precisam e apreciam de formas distintas. Parecem de planetas diferentes." Esta constatação foi a base da pesquisa que o terapeuta John Gray desenvolveu e que resultou no best-seller Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus, publicado pela Rocco. Uma obra interessante que ajuda muito a compreender as diferenças básicas entre homens e mulheres, melhorar a comunicação no relacionamento amoroso, alcançar equilíbrio, saber o momento certo de isolar-se, reagir ao estresse e trazer harmonia. "Com este apoio adicional cada dia pode ser uma oportunidade para o crescimento do amor", diz ele. Esta obra reúne os conceitos importantes desenvolvidos por Gray, que parte da seguinte premissa: homens são de Marte - valorizam poder, competência, eficiência, realização; e mulheres são de Vênus - buscam confiança, encantamento, beleza. Ajustar esses diferentes objetivos num ponto de confluência - o casamento, por exemplo - é, além de complexo, emocionalmente desgastante. O trabalho de John Gray com terapia de casais visa acabar com esse desgaste, através do reconhecimento de peculiaridades femininas e masculinas e da adoção de determinadas atitudes que minimizam as agressões…

Download gratuito:



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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Gente, não consigo explicar esta emoção, Luizinho meu afilhado vai ser PAPAI...

Outro dia tava ele chegando neste mundo , os olhos mais expressivos que já pude ver...

Impressionante. Agora estamos vivendo esta alegria sem tamanho, amo Lu, mas amo demais, adoro ele falando "Bênção, madrinha" onde quer que ele esteja, masmo naquelas idades em que isto representava um mico do tamanho de um King Kong.

Seja muito muito muito feliz, Lú e já estou organizando a viagem para London...

domingo, 22 de novembro de 2009








As crianças aprendem aquilo que vivem





Se uma criança vive criticada,aprende a condenar.



Se uma criança vive com maus tratos,aprende a brigar.



Se uma criança vive humilhada,aprende a sentir-se culpada.



Se uma criança é estimulada,aprende a confiar.



Se uma criança é valorizada,aprende a valorizar.



Se uma criança vive no equilíbrio,aprende a ser justa.



Se uma criança vive em segurança,aprende a ter fé.



Se uma criança é bem aceite,aprende a respeitar.



Se uma criança vive na amizade,aprende a encontrar o amor no mundo.
Autora: Dorothy Law Nolte






(Gentileza comentar como anônimo. Obrigada)

Vampiros Emocionais


Psicólogo americano ensina a lidar comos vários tipos que sugam sua energia no amor e no trabalho

Desde que o lendário conde Drácula ganhou vida na literatura e no cinema, reconhecer e identificar um vampiro passou a ser um esporte estimulante e divertido, já que sua pálida figura de dentes caninos salientes não se reflete em espelhos nem se deixa flagrar durante o dia. O psicólogo americano Albert Bernstein se esforçou para dar sua contribuição, e o resultado pode ser conferido a partir desta semana, com o lançamento do livro Vampiros Emocionais pela editora Campus, tradução da obra lançada no final do ano passado nos EUA. Consultor de empresas, ele se especializou em dar conselhos sobre como lidar com pessoas difíceis. Esse mesmo tema transformou dois de seus livros anteriores – Dinosaur Brains (Cérebros de Dinossauro, 1989) e Neanderthals at Work (Neandertais no Trabalho, 1992) – em best-sellers do segmento de auto-ajuda nos Estados Unidos. Agora, ele rastreia a presença de morcegos em forma de gente na vida da sociedade atual, particularmente nas relações amorosas e corporativas, trazendo diretrizes bem-humoradas para você sair ileso do convívio com pessoas que, segundo o psicólogo, possuem sérios distúrbios de personalidade.
De dia ou de noite, o mundo continua a ter uma boa cota de habitantes mesquinhos, invejosos ou inescrupulosos, no lar, no bar, no clube ou no escritório. Bernstein descreve com detalhes os cinco tipos mais comuns de vampiro, alertando para suas características específicas e sugerindo estratégias de convivência segura. Um deles é o vampiro inconstante, aquele que não assume compromisso com ninguém e com nada, namora todo mundo e vive trocando de emprego. O narcisista se acha o máximo, obviamente, e adora pisar nas pessoas. Outros tipos são o teatral, o obsessivo e o paranóico, numa adaptação livre dos termos empregados pelo autor (
confira no quadro). Assim como os vampiros do cinema recuam diante de crucifixos, alho ou água benta, os vampiros emocionais sentem-se ameaçados por experiências comuns, como o tédio, a incerteza e a responsabilidade, Bernstein define.
Todo mundo tem um pouco de vampiro, mas o problema começa quando vários atributos comprometedores se concentram numa mesma pessoa. O autor criou testes para ajudar o leitor a descobrir se está convivendo com criaturas das trevas. Há pessoas que se enquadram de imediato num dos tipos descritos. Outras são híbridas – misturam atributos de duas ou mais espécies. Um alerta decisivo é que não adianta tentar mudar o jeito de ser dos dráculas, porque eles possuem traços psicológicos muito arraigados. O máximo que se consegue é domesticá-los. E, ainda assim, convém manter aberto um dos olhos durante a noite. A única forma de torná-los inofensivos é sintonizar as próprias necessidades com as deles. Nesse caso, podem até se transformar em trabalhadores exemplares e companheiros amorosos. Mas a vigilância precisa ser constante. Basta que as necessidades entrem em ligeiro conflito para que tudo mude.
Uma característica freqüente entre os vampiros emocionais é o poder de sedução. Nos primeiros contatos, sempre parecem mais interessantes que as pessoas comuns. São bons de papo e gentis, mas, quando se sentem impelidos a saciar a sede por sangue, são capazes de avançar no pescoço da própria mãe e de quem mais estiver por perto. A descrição de Bernstein vale tanto para o colega de trabalho que se acha o sujeito mais inteligente do mundo quanto para aquela vizinha que sorrateiramente vigia cada um de seus passos. Como as crianças de colo, os vampiros imaginam que os outros existem apenas para suprir as suas necessidades. Parecem adultos por fora, mas continuam bebês por dentro. "As estratégias mais bem-sucedidas no trato com os vampiros emocionais são precisamente as mesmas a que você recorreria com uma criança de 2 anos para definir limites", ensina Bernstein. Com a diferença de que os bebês não têm caninos afiados para enterrar em sua jugular.
(Comente como anônimo, Obrigada)

Atualíssimo



Revolução da Alma


Aristóteles escreveu este texto a muito muito tempo, mas sinceramente, é ATUALÍSSIMO



Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.



Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.



A razão da sua vida é você mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida.



Quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.



Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você.



Não coloque o objetivo longe demais de suas mãos: abrace os que estão ao seu alcance hoje. Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos, ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te, você é reflexo do que pensas diariamente. Pare de pensar mal de você mesmo(a), e seja seu melhor amigo(a) sempre.



Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor.



Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo que está "pronto“ para ser feliz. Trabalhe, trabalhe muito a seu favor.



Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.



Critique menos, trabalhe mais. E não se esqueça nunca de agradecer. Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento ...



Nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.



A grandeza da vida não consiste em receber honras, mas em merecê-las (Aristóteles)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Apimentando a Vida Sexual


Casal que faz faxina junto tem vida sexual mais ativa

Uma faxina a dois pode ser muito mais produtiva do que simplesmente deixar a casa brilhando. Um estudo norte-americano publicado no Journal of Family Issues revela que casais que cuidam da casa juntos praticam mais sexo do que aqueles que fogem das atividades domésticas. Segundo os pesquisadores, as horas gastas lavando pratos e varrendo a casa são proporcionais à frequência de relações sexuais.
A pesquisa foi realizada com mais de 6.800 casais que responderam perguntas sobre idade, duração do casamento, educação e renda. Ao fim do estudo, identificou-se que as mulheres passam 42 horas semanais cuidando da casa. Já os maridos dedicam 23 horas por semana. Da mesma forma, os homens passam 34 horas trabalhando fora enquanto as mulheres gastam uma média semanal de 20 horas.
Segundo os pesquisadores, o que influencia na frequência em que as relações sexuais ocorrem é o padrão de comportamento desses casais, que aponta maior sinergia e parceria. Além disso, os pesquisadores também perceberam que homens e mulheres que passam mais tempo no trabalho também tem mais relações sexuais, possivelmente por serem mais ativos.

domingo, 25 de outubro de 2009

Plantar 30 árvores em 3 minutos





BOMBINHAS DE SEMENTES

Originalmente criada pelo Sr. Masanobu Fukuoka, trata-se de um coquetel de sementes armazenado numa bola de barro, usado para reflorestar grandes áreas.

A receita básica é a seguinte
Junte sementes ou compre-as para confeccionar as suas esferas de argila. (Você pode juntar múltiplas sementes de plantas diferentes ou colocar apenas uma, duas, no máximo três sementes dentro de cada esfera de argila).

Proporções
01 porção de múltiplas sementes secas;
03 porções de adubo orgânico (fertilizante natural a base de vegetais);
05 porções de argila (terra) vermelha ou marron ;( evite argila cinzenta geralmente usadas para confecção de tijolos, telhas)
01 a 02 porções de água.

Mistura
Junte todos os componentes secos e misture-os bem. A seguir adicione a água, faça uma massa e modele as esferas.
Secagem e armazenamento
Coloque as esferas (bolinhas) em cima de papel (papelão) e deixe-as na sombra para secar, elas podem ficar armazenadas por semanas ou para uso imediato após secagem.

Dispersão

As esferas de sementes podem ser distribuídas, espalhadas naturalmente na superfície do terreno escolhido (a distância de uma esfera da outra varia de acordo com o tamanho das futuras plantas, quanto maior as plantas maior a distância).

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

IRIDOLOGIA



Os olhos são as janelas do corpo



Através da análise da íris, é possível fazer um check-up do nosso estado de saúde, descobrindo eventuais desequilíbrios. O corpo transmite à íris, através de sinais, marcas, alterações de cor e de padrões, um quadro clínico físico e/ou emocional da pessoa em questão. Uma técnica holística que permite “olhar para dentro do corpo” e verificar o funcionamento do organismo, descobrir quais as zonas mais fortes e quais aquelas que estão sobrecarregadas com toxinas. Porém, importa esclarecer que a análise iridológica não determina se uma pessoa sofre de determinada doença intestinal, por exemplo, mas alerta para a existência de alguma instabilidade ou inflação nesse órgão. Apresenta-se, acima de tudo, como um método de diagnóstico precoce e de prevenção, revelando a origem do mal-estar físico, psíquico ou emocional.

A consulta

Na consulta de iridologia, e para além das habituais perguntas – relativamente ao atual estado de saúde e queixas relevantes, profissão, ritmo de trabalho, dieta, funcionamento intestinal, qualidade do sono, rotina de exercício físico, ocupação de tempos livres, relacionamentos – o iridologista utiliza equipamentos tão diversos como lanternas, lentes de aumento, câmaras ou lâmpadas de fenda para efetuar um exame detalhado da íris. Através da observação de desenhos, raios, buracos, pontos ou mudanças de cores, o iridologista compara essas zonas da íris com gráficos que mostram a sua zona correspondente no corpo humano. Regra geral, as “tabelas ou mapas da íris” dividem esta em cerca de 90 zonas distintas. Diz-se, não raras vezes, que os “olhos são o espelho da alma” e, no caso da iridologia, não só se aplica (nomeadamente no diagnóstico de perturbações emocionais), como vai mais além, uma vez que as alterações refletidas na íris são ainda um espelho das perturbações físicas de determinado órgão ou sistema.

O diagnóstico parte 1

A observação da íris, e conseqüente comparação com a sua tabela, indica o atual estado dessa zona do corpo. Por exemplo, pode apontar para uma “inflamação aguda” ou “inflamação crônica”, o que significa que o órgão correspondente necessita de ser vigiado ou mesmo tratado. Outros diagnósticos incluem os "anéis de contração", "klumpenzellen", a identificação de deficiências nutricionais e/ou minerais, se o sangue está limpo ou intoxicado, se existe algum tipo de contaminação, qual a emoção ligada a esse mal-estar e o que necessita para ser eliminado… são, no fundo, um conjunto de sinais que, se não forem tratados a tempo, podem desencadear vários tipos de doenças.

O diagnóstico parte 2

Para além de uma detecção precoce de sintomas físicos, a iridologia vai mais longe: os especialistas desta terapia alternativa afirmam que a observação da íris permite ainda determinar os processos de aprendizagem da pessoa, a forma como se expressa, como se relaciona com aqueles que a rodeiam, os seus pontos de stress, se é introvertida ou extrovertida, que tipo de profissional é, se sofreu algum trauma e em que idade… o que permite um tratamento eficaz de distúrbios emocionais e psicológicos.

O resultado

O valor de um exame iridológico ronda os €50 e enquanto técnica não-invasiva e indolor (o paciente apenas terá de suportar a intensidade da luz dos diferentes equipamentos), é muitas vezes recomendado em conjunto com outros exames ou terapêuticas, sendo uma “segunda opinião” plausível, para acrescentar a consultas médicas e métodos diagnósticos convencionais. Uma consulta de iridologia é, assim, o primeiro passo para a prescrição de hábitos de vida saudáveis e tratamentos adequados, como a homeopatia, a acupuntura, a aromaterapia ou o aconselhamento psicológico, entre outros.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009



Aprendendo
com as Ondas
(Vanessa de Magalhães e Santos)

Quem não gostaria que a vida fosse um lago, calmo, sereno onde nadássemos como cisnes de alvacentas plumas?
Algo assim bem tranqüilo e quando sentíssemos tédio, jogaríamos uma pedrinha para produzir umas ondulações fugazes e logo voltasse a mesma calma de sempre?
A vida, porém é mar, movimento constante e peculiar...
Sendo assim, é preciso que estejamos olhando de frente pra ela, para que tenhamos tempo de nos preparar para o solapo das ondas.
Se ficarmos de costas para vida, distraídos, é bem provável que permaneçamos mais tempo caídos do que de pé.
Quando por algum motivo elas nos derrubam, convém levantarmos rápido, ficar caído com a face na areia de nada vai adiantar, pois o movimento do mar é incessante e com certeza outras ondas virão.
Reclamar da dinâmica do mar também não resolve, não é para nos desagradar que as ondas tem este movimento, elas são assim por um propósito maior do Criador.
Em alguns dias o mar vai estar tranqüilo, em outros mais revoltoso e dias virão em que chegarão tempestades, e até tsunamis, mas nada que segurar bem firme na mão de Deus não resolva.
È bom também ensinar nossos filhos desde pequenos como pular as ondas sozinhos, alguns pais não fazem isto, e no momento de soltar seus filhos se agarram ainda mais neles, resultado: os dois podem se afogar ou engolir muita água salgada.
Enfrentar ondas de mãos dadas com alguém que se ama torna a vida muito mais fácil, pode ser um amigo, um irmão, enfim, um se apóia no outro e juntos se ganha mais impulso para pulos mais efetivos.
Criatividade ajuda muito também, algumas ondas a gente pula, outras a gente passa por baixo, mergulhando, outras não há nada o que fazer senão ficar quietinho e esperar ela passar...
Lembre-se, após a passagem de algumas ondas é comum ficarmos meio zonzos, mas logo passa e saímos mais fortalecidos.
Algumas pessoas se tornam tão especialistas em passar com galhardia pelas ondas, que a gente imagina que a vida delas é um lago.
Mas não se engane, o mar da vida é o mesmo para todos nós, os que fazem a diferença são aqueles que aprendem no dia a dia a lição das ondas!




terça-feira, 19 de maio de 2009

Nova Sala Violeta






Ficou linha, aconchegante, agradável, cheirosa, enfim, tudo de bom !!!!



domingo, 1 de março de 2009

Copo Menstrual ???



























O copo menstrual é uma protecção fácil de usar e discreta.Não impede a lubrificação natural da vagina neminterfere com os processos naturais de eliminação dascélulas mortas e bactérias que acompanham o sanguemenstrual. Não seca a membrana vaginal. Por isso é umaalternativa mais higiénica do que os tampões e pensoshigiénicos.
Económico
O uso do copo menstrual é econômico, visto queusado com cuidado dura cerca de 5-10 anos.
Ecológico
O copo menstrual não precisa ser substituído durante anose durante a sua vida não se produzem quaisquer resíduos.


Toda a informação impressa sobre o copo é empapel reciclado. O copo menstrual é produzido numa fábrica que dá prioridade absoluta a questão ambiental.
Prático
O copo menstrual pode ser usado durante a prática dedesportos como natação, andar de bicicleta ou a cavalo.
Suficiente
O copo menstrual pode ser usado em qualquer momento do seuciclo menstrual, tanto em dias de muito fluxo como de pouco, e nãotem que se preocupar em comprar pensos higiénicos ou tampõesdurante vários anos!
Inovador. O revestimento do copo menstrual é suave, peloque a sua limpeza é extremamente fácil. Devido ao factoda base do copo ser plana não acumula bactérias. Podeesterilizar o copo por 2-5 minutos com a água a ferver.

Vocêsabia?
Em média uma mulher usa aproximadamente 17000 tampões ou absorventes higiênicos durante a sua vida.
4,3 mil milhões de itens (absorventes higiênicos, tampões) são usados por ano no Reino Unido
2,5 milhões de tampões, 1,4 milhões de pensos higiénicos e 700 000 pensos diários são descartados pela sanita todos os dias no Reino Unido. (2006)
75% dos problemas de esgotos são causados por pensos higiénicos.


Modo de Usar:



1. Lavar 2. Apertar 3. Segurar 4. Inserir 5. Remover e lavar 6. Re-usar


Primeiro, lave bem as mãos com sabão e água quente. Antes de usar pela primeira vez, pode lubrificar com água ou um lubrificante à base de água para facilitar a inserção. Pode inserir sentada, de pé ou agachada; abrir as pernas irá facilitar a inserção.
Dobre o copo menstrual como mostra a figura. Aperte firmemente enquanto o mantém embrulhado e guie-o, com a abertura para cima, na vagina. Irá encontrar a posição correcta para ele praticando e conhecendo a sua própria anatomia; o copo é mantido em posição pelo conjunto formado pela parede vaginal e a pressão dos músculos vaginais. O copo menstrual, ao contrário do tampão, é mantido no fundo da vagina, mas não tão baixo que se torne desconfortável, especialmente quando sentada; a patilha deve ficar dentro da vagina. Pode cortar a patilha do copo menstrual , mas cuidado para não danificar o fundo!
Para garantir que o copo assume a posição correcta, de forma a evitar vazamentos, rode-o cuidadosamente, usando a patilha. Para ter a certeza que ele está completamente aberto, insira um dedo junto a ele e tacteie em toda a sua volta. A vagina é inclinada para trás, de forma que empurrando o copo ligeiramente para trás e movendo-o para cima e para baixo irá ajudar a encontrar a posição correcta.


O copo menstrual deve ser esvaziado 2-4 vezes por dia, e pode ser usado durante a noite, não mais de 12 horas de cada vez. Pode determinar o seu ritmo verificando a quantidade de sangue no copo. O copo menstrual pode ser usado durante todas as fases do ciclo, de maior e menor fluxo. Especialmente enquanto se habitua ao copo, pode usar pensos em simultâneo.
Não há necessidade de remover o copo menstrual quando vai à casa de banho, mas depois de defecar pode ser necessário verificar se se encontra correctamente posicionado. Lembre-se de lavar as mãos cuidadosamente! Algumas mulheres preferem defecar sem o copo.
Se o copo subiu demasiado dentro da vagina, relaxe os músculos e tente pegá-lo com os dedos. Agachar-se fará com que ele desça. O copo nunca se perde dentro da vagina, mas eventualmente pode escorregar para baixo por acção da gravidade. Se lhe parecer que desceu demasiado durante o uso, verifique se ficou correctamente posicionado e está bem aberto. Exercitar os seus músculos vaginais torna-os mais fortes e ajuda também a manter o copo na posição correcta.
Antes de remover o copo, lave bem as mãos e relaxe os músculos. Se não conseguir pegar-lhe o fundo, puxe gentilmente na pega; empurrar com os músculos internos da vagina pode ajudar. Quebre o vácuo apertando o fundo do copo, enrolando-o na sua forma mínima, tal como na inserção, e remova-o, evitando espalhar o conteúdo. Não tente tirá-lo pegando apenas na pega. Tente removê-lo quando estiver só, e não entre em pânico. Remover o copo será mais fácil se se lembrar de relaxar!
Derrame o conteúdo no vaso sanitário. Lave o copo menstrual com cuidado em água quente e detergente e volte a inseri-lo. Use um detergente suave e sem perfume para lavar. O copo deve primeiro ser lavado em água quente, de forma a que o sangue menstrual não crie cheiro.
Quando não tiver água, ocasionalmente pode também limpar o copo com papel higiénico. Verifique, contudo, que este não deixa fibras no copo.
Lave o copo menstrual LunetteTM cuidadosamente depois do último uso durante a menstruação e guarde-o, ventilado, no respectivo saco. Não o coloque em recipientes herméticos nem sacos de plástico. Entre duas menstruações esterilize o copo durante 2-5 minutos, em água a ferver. Pode também esterilizar durante o período, se quiser.
Se tiver algum problema, contacte o seu distribuidor ou envie um e-mail directamente para o fabricante
info@lunette.fi




Opinião de quem já usa:



"Esse produto é novidade para as brasileiras, e até o momento, que eu saiba, não existe nenhuma marca fabricada ou comercializada diretamente aqui no Brasil. Mas é possível comprar o produto facilmente pela internet.
O meu veio direto da Inglaterra, de uma viagem que meu marido fez a trabalho. Mas outras amigas minhas também compraram mais ou menos da mesma época, algumas pela internet, outras receberam pelo correio de uma amiga que mora lá na Inglaterra, e o legal é que foi uma experiência em que pudemos trocar idéias sobre a adaptação. Foi unânime: no terceiro ciclo de uso, já estava todo mundo adaptado e sem querer saber de outra coisa. De fato, é muito prático. Assim que você acerta o jeito de colocar e tirar, você até esquece da presença dele. É fácil de limpar, vem com manual de instruções e é fácil de pesquisar sobre ele na internet (basta dar uma busca em "menstrual cup", "coletor menstrual" ou "copo menstrual" para obter informações, inclusive depoimentos de usuárias)."


"Para ser sincera, também, nunca tinha parado para pensar neste aspecto da nossa vida, até conhecer o Mooncup, desde que o adquiri e usei pela primeira vez, tenho andado para colocar o meu testemunho neste blog como habitualmente faço, pois uma coisa é saber que existe e outra é ter conhecimento de causa.Entretanto pus-me a fazer contas e fiquei deprimida, pois desde da primeira vez até agora criei cerca de 2520 resíduos, que também demorarão muitos anos a degradar-se, além disso também temos de pensar em tudo o que envolve a produção destes artigos; na quantidade de árvores abatidas necessárias para fazer as embalagens de pensos e tampões, pesticidas para o cultivo do algodão, água, electricidade, petróleo, etc., enquanto que o uso do Mooncup diminui drasticamente todos esses desperdícios.Para as mais cépticas, é muito cómodo e tal como um tampão não se sente, não verte, não cria odores, é muito prático.Além das contas aos desperdícios minimizados também podemos fazer contas ao dinheiro poupado.Recomendo."



"Vou falar pra vocês que é ma-ra-vi-lho-so.Você, moça, dobra ao meio o MoonCup e coloca lá dentro.Na hora de tirar - não tem cordinha -, você faz uma forcinha e puxa por essa partezinha debaixo. É só lavar e está pronto pra ser reutilizado."


E você que está lendo este blog, o que acha desta novidade ?