segunda-feira, 20 de julho de 2009

Revendo os familiares

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Almoco com a Família

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Visitando o Vô

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Nova Sala Violeta






Ficou linha, aconchegante, agradável, cheirosa, enfim, tudo de bom !!!!



domingo, 1 de março de 2009

Copo Menstrual ???



























O copo menstrual é uma protecção fácil de usar e discreta.Não impede a lubrificação natural da vagina neminterfere com os processos naturais de eliminação dascélulas mortas e bactérias que acompanham o sanguemenstrual. Não seca a membrana vaginal. Por isso é umaalternativa mais higiénica do que os tampões e pensoshigiénicos.
Económico
O uso do copo menstrual é econômico, visto queusado com cuidado dura cerca de 5-10 anos.
Ecológico
O copo menstrual não precisa ser substituído durante anose durante a sua vida não se produzem quaisquer resíduos.


Toda a informação impressa sobre o copo é empapel reciclado. O copo menstrual é produzido numa fábrica que dá prioridade absoluta a questão ambiental.
Prático
O copo menstrual pode ser usado durante a prática dedesportos como natação, andar de bicicleta ou a cavalo.
Suficiente
O copo menstrual pode ser usado em qualquer momento do seuciclo menstrual, tanto em dias de muito fluxo como de pouco, e nãotem que se preocupar em comprar pensos higiénicos ou tampõesdurante vários anos!
Inovador. O revestimento do copo menstrual é suave, peloque a sua limpeza é extremamente fácil. Devido ao factoda base do copo ser plana não acumula bactérias. Podeesterilizar o copo por 2-5 minutos com a água a ferver.

Vocêsabia?
Em média uma mulher usa aproximadamente 17000 tampões ou absorventes higiênicos durante a sua vida.
4,3 mil milhões de itens (absorventes higiênicos, tampões) são usados por ano no Reino Unido
2,5 milhões de tampões, 1,4 milhões de pensos higiénicos e 700 000 pensos diários são descartados pela sanita todos os dias no Reino Unido. (2006)
75% dos problemas de esgotos são causados por pensos higiénicos.


Modo de Usar:



1. Lavar 2. Apertar 3. Segurar 4. Inserir 5. Remover e lavar 6. Re-usar


Primeiro, lave bem as mãos com sabão e água quente. Antes de usar pela primeira vez, pode lubrificar com água ou um lubrificante à base de água para facilitar a inserção. Pode inserir sentada, de pé ou agachada; abrir as pernas irá facilitar a inserção.
Dobre o copo menstrual como mostra a figura. Aperte firmemente enquanto o mantém embrulhado e guie-o, com a abertura para cima, na vagina. Irá encontrar a posição correcta para ele praticando e conhecendo a sua própria anatomia; o copo é mantido em posição pelo conjunto formado pela parede vaginal e a pressão dos músculos vaginais. O copo menstrual, ao contrário do tampão, é mantido no fundo da vagina, mas não tão baixo que se torne desconfortável, especialmente quando sentada; a patilha deve ficar dentro da vagina. Pode cortar a patilha do copo menstrual , mas cuidado para não danificar o fundo!
Para garantir que o copo assume a posição correcta, de forma a evitar vazamentos, rode-o cuidadosamente, usando a patilha. Para ter a certeza que ele está completamente aberto, insira um dedo junto a ele e tacteie em toda a sua volta. A vagina é inclinada para trás, de forma que empurrando o copo ligeiramente para trás e movendo-o para cima e para baixo irá ajudar a encontrar a posição correcta.


O copo menstrual deve ser esvaziado 2-4 vezes por dia, e pode ser usado durante a noite, não mais de 12 horas de cada vez. Pode determinar o seu ritmo verificando a quantidade de sangue no copo. O copo menstrual pode ser usado durante todas as fases do ciclo, de maior e menor fluxo. Especialmente enquanto se habitua ao copo, pode usar pensos em simultâneo.
Não há necessidade de remover o copo menstrual quando vai à casa de banho, mas depois de defecar pode ser necessário verificar se se encontra correctamente posicionado. Lembre-se de lavar as mãos cuidadosamente! Algumas mulheres preferem defecar sem o copo.
Se o copo subiu demasiado dentro da vagina, relaxe os músculos e tente pegá-lo com os dedos. Agachar-se fará com que ele desça. O copo nunca se perde dentro da vagina, mas eventualmente pode escorregar para baixo por acção da gravidade. Se lhe parecer que desceu demasiado durante o uso, verifique se ficou correctamente posicionado e está bem aberto. Exercitar os seus músculos vaginais torna-os mais fortes e ajuda também a manter o copo na posição correcta.
Antes de remover o copo, lave bem as mãos e relaxe os músculos. Se não conseguir pegar-lhe o fundo, puxe gentilmente na pega; empurrar com os músculos internos da vagina pode ajudar. Quebre o vácuo apertando o fundo do copo, enrolando-o na sua forma mínima, tal como na inserção, e remova-o, evitando espalhar o conteúdo. Não tente tirá-lo pegando apenas na pega. Tente removê-lo quando estiver só, e não entre em pânico. Remover o copo será mais fácil se se lembrar de relaxar!
Derrame o conteúdo no vaso sanitário. Lave o copo menstrual com cuidado em água quente e detergente e volte a inseri-lo. Use um detergente suave e sem perfume para lavar. O copo deve primeiro ser lavado em água quente, de forma a que o sangue menstrual não crie cheiro.
Quando não tiver água, ocasionalmente pode também limpar o copo com papel higiénico. Verifique, contudo, que este não deixa fibras no copo.
Lave o copo menstrual LunetteTM cuidadosamente depois do último uso durante a menstruação e guarde-o, ventilado, no respectivo saco. Não o coloque em recipientes herméticos nem sacos de plástico. Entre duas menstruações esterilize o copo durante 2-5 minutos, em água a ferver. Pode também esterilizar durante o período, se quiser.
Se tiver algum problema, contacte o seu distribuidor ou envie um e-mail directamente para o fabricante
info@lunette.fi




Opinião de quem já usa:



"Esse produto é novidade para as brasileiras, e até o momento, que eu saiba, não existe nenhuma marca fabricada ou comercializada diretamente aqui no Brasil. Mas é possível comprar o produto facilmente pela internet.
O meu veio direto da Inglaterra, de uma viagem que meu marido fez a trabalho. Mas outras amigas minhas também compraram mais ou menos da mesma época, algumas pela internet, outras receberam pelo correio de uma amiga que mora lá na Inglaterra, e o legal é que foi uma experiência em que pudemos trocar idéias sobre a adaptação. Foi unânime: no terceiro ciclo de uso, já estava todo mundo adaptado e sem querer saber de outra coisa. De fato, é muito prático. Assim que você acerta o jeito de colocar e tirar, você até esquece da presença dele. É fácil de limpar, vem com manual de instruções e é fácil de pesquisar sobre ele na internet (basta dar uma busca em "menstrual cup", "coletor menstrual" ou "copo menstrual" para obter informações, inclusive depoimentos de usuárias)."


"Para ser sincera, também, nunca tinha parado para pensar neste aspecto da nossa vida, até conhecer o Mooncup, desde que o adquiri e usei pela primeira vez, tenho andado para colocar o meu testemunho neste blog como habitualmente faço, pois uma coisa é saber que existe e outra é ter conhecimento de causa.Entretanto pus-me a fazer contas e fiquei deprimida, pois desde da primeira vez até agora criei cerca de 2520 resíduos, que também demorarão muitos anos a degradar-se, além disso também temos de pensar em tudo o que envolve a produção destes artigos; na quantidade de árvores abatidas necessárias para fazer as embalagens de pensos e tampões, pesticidas para o cultivo do algodão, água, electricidade, petróleo, etc., enquanto que o uso do Mooncup diminui drasticamente todos esses desperdícios.Para as mais cépticas, é muito cómodo e tal como um tampão não se sente, não verte, não cria odores, é muito prático.Além das contas aos desperdícios minimizados também podemos fazer contas ao dinheiro poupado.Recomendo."



"Vou falar pra vocês que é ma-ra-vi-lho-so.Você, moça, dobra ao meio o MoonCup e coloca lá dentro.Na hora de tirar - não tem cordinha -, você faz uma forcinha e puxa por essa partezinha debaixo. É só lavar e está pronto pra ser reutilizado."


E você que está lendo este blog, o que acha desta novidade ?









quinta-feira, 15 de maio de 2008

Palestra sobre Estresse

Palestra ESTESSE













Estas são as fotos da Palestra sobre Estresse feita para o pessoal do Call Center do Hospital Militar dias 24 e 25 de Abril.
Foi simplesmente demais !!!!
Aprendemos um pouco mais não só sobre Estresse mas sobre muitas coisas importantes da vida!!!
Agradeço a presença de todos e dia 29 tem mais...

Obs * Com direito a cheirinho de lavanda e tudo...
Paz e Bem !!!

Vanessa

segunda-feira, 10 de março de 2008

A verdadeira relação homem-mulher




A Verdadeira história da relação homem-mulher


Atualmente ainda é grande o número de mulheres que tem uma visão unilateral e, até certo ponto, machista acerca da história das relações íntimas entre homens e mulheres.
É fato que os homens sempre foram fisicamente mais fortes e se beneficiaram disso para, antes da vida em sociedade, ter acesso às mulheres que lhes despertavam o desejo.
Em sociedade, porém, as escolhas e as parcerias sempre foram regulamentadas. Determinados homens deveriam se casar com determinadas mulheres e as escolhas eram feitas pelos pais deles. Ao homem cabia uma série de deveres e direitos, sendo o mesmo verdadeiro para as mulheres. É fato que os homens tinham seus direitos matrimoniais, o que significava que as mulheres tinham que estar sempre disponíveis sexualmente. Isso só se modificou de muito poucas décadas para cá.
Agora, os casamentos não foram fundados, ao longo da história, em sentimentos amorosos. Quando um homem quisesse ter acesso a qualquer outra mulher que lhe despertasse o interesse sexual ou sentimental, dependia completamente da concordância dela. Ou seja, dentro do casamento ele tinha direitos e deveres e agia como se fosse o rei, o chefe; mas o clima não era de natureza amorosa e sim de associação para fins reprodutores e para, juntos, enfrentarem a adversidade da vida prática. Qualquer vivência de caráter erótico ou sentimental, que sempre acabava por acontecer, dependia dele se fazer interessante aos olhos das mulheres, sendo que estas já eram interessantes porque haviam despertado neles o interesse sexual e/ou sentimental. Dependiam, portanto, da aprovação delas.
Elas iriam admirar e aceitar a aproximação de determinados homens que tivessem as prendas que elas valorizavam. Ou seja, afora o contexto conjugal, o homem sempre foi muito preocupado em agir de uma forma que agradasse às mulheres. Se elas valorizassem os caçadores de grandes animais, era a isso que eles iriam se dedicar. Ao valorizarem os guerreiros, estimulavam os homens para as guerras. Os homens não queriam as guerras e nem as caças. Queriam as mulheres! Os homens sempre quiseram as mulheres e agiram desta ou daquela forma porque achavam que estavam provocando a admiração delas.
É terrível ver a história masculina por este ângulo triste, no qual o masculino sempre se definiu a partir do feminino. É assim até hoje: se as mulheres valorizarem homens simples, sem carro, cultos, poetas e delicados, assim seremos! Se valorizam os carrões, então queremos ter os carrões. Não para ter os carrões e sim para termos acesso às mulheres.
É por este ângulo que estou vendo a questão e é por isso que não posso aceitar com facilidade esta idéia de que as mulheres foram apenas vítimas da opressão masculina, que elas foram pisoteadas e prejudicadas. É fato que eles as afastaram das boas condições de trabalho social (isso quando pensamos na história recente da humanidade e não nos milênios que nos antecedem). Fizeram isso para se defender, para terem o poder econômico com o qual pretendiam neutralizar o poder sensual feminino. É por fraqueza que fizeram o que fizeram. O homem sempre foi o sexo frágil justamente porque sempre quisemos muito (e ainda queremos) ser bem aceitos pelas mulheres.
Quando se ouve os relatos das inseguranças sexuais dos homens mais delicados, daqueles que não são os cafajestes, eles estão sempre preocupadíssimos em não decepcionar as mulheres com quem estão se relacionando. Eles estão o tempo todo preocupados em não fracassarem sexualmente diante daquelas deusas a quem eles atribuem o direito de julgá-los e de avaliá-los como criaturas dignas, como verdadeiros homens. Isto pode inclusive provocar neles tamanha insegurança que os impulsiona na direção daquelas mulheres que eles menos valorizam e que eles acreditam que agradarão com mais facilidade. Assim, muitos homens legais acabam por se afastar das mulheres que eles gostariam de namorar justamente porque não acham que vão ser aceitos por elas, que não vão estar à altura delas nem mesmo no plano sexual.
Ora, isso não é superioridade e nem dominação. É fraqueza e insegurança. Os homens machões, aqueles que precisam depreciar as mulheres o tempo todo, são movidos por inveja. Falam mal de mulher, mas nos carnavais de antigamente eram os que se fantasiavam com roupas femininas! Queriam ser mulheres porque queriam despertar o desejo visual que sentem por elas. Queriam se sentir desejados do mesmo modo que desejam. Toda hostilidade gratuita é manifestação de inveja. Os machões sentem inveja das mulheres. Os melhores homens se sentem inseguros e não se percebem à altura delas. Onde está a tão falada potência masculina, a tão temida superioridade e dominação dos homens sobre as mulheres?
(Gikovate)